quinta-feira, 26 de abril de 2018

Bob Marley & The Wailers


1977 foi um ano turbulento para a música mundial, e não poderia ter um disco que melhor representasse a força do reggae nesse contexto do que Exodus, que mostra uma abordagem mais política do jamaicano. Bob criou um diálogo musical interessante com o punk rock da Inglaterra (“Punky Reggae Party”, que só foi lançada na versão deluxe), o groove universal de “Exodus”, a psicodelia de “The Heathen” e o roots meio pop de “Three Little Birds”, uma de suas canções mais conhecidas.

Este disco marcou uma espécie de desprendimento de Bob às raízes jamaicanas. No ano anterior, Bob sofreu um atentado em sua terra natal que quase tirou sua vida. Há especulações de que a CIA ou mesmo o governo interino do país estariam envolvidos nessa tentativa de assassinato. Contudo, a mensagem ainda foi positivista. Afinal, como sugere a canção “So Much Things To Say”, ele ainda tinha muito o que dizer. Destaque, também, para “Three Little Birds” e o medley de “One Love/People Get Ready”, exemplos de que a busca pela paz era o melhor protesto diante das turbulências de seu país natal.

Texto | Tiago Ferreira

1977 | EXODUS

01. Natural Mystic
02. So Much Things To Say
03. Guiltiness
04. The Heathen
05. Exodus
06. Jamming
07. Waiting In Vain
08. Turn Your Lights Down Low
09. Three Little Birds
10. One Love | People Get Ready
11. Jamming (Long Version)
12. Punky Reggae Party (Long Version)

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segunda-feira, 23 de abril de 2018

Public Image Ltd.


Apesar de causar um rebuliço na cultura pop, os Sex Pistols eram uma banda tão cáustica — em qualquer perspectiva — que era improvável que durassem mais do que o primeiro registro.

Dito e feito. Com o desmanche dos Pistols após uma turnê fracassada pelos Estados Unidos, Johnny Rotten resolveu apostar toda a fúria lírica que empregava nos Pistols travestido de uma sonoridade mais bem resolvida do que apenas 4 acordes. Seu First Issue é realmente uma quebra com a simplicidade de sua banda anterior.

O que temos aqui é um som muito mais denso e arrisco dizer, até mais perigoso do que Never Mind The Bollocks. Ficou estabelecido informalmente as regras básicas para se fazer um disco de post-punk. O baixo encorpado que pulava a frente do restante da banda, as guitarras criando sons de ambientação, auxiliando mais nas bases do que na criação de melodias, o emprego de samples e os vocais que passam a desesperança e sarcasmo através de sua tonalidade e de suas letras subversivas. Resumidamente, todas as regras básicas do estilo estão compiladas no primeiro registro de Johnny Rotten — agora John Lydon — junto ao PiL.

Texto | Consultoria do Rock

1978 | FIRST ISSUE

01. Theme
02. Religion I
03. Religion II
04. Annalisa
05. Public Image
06. Low Life
07. Attack
08. Fodderstompf

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sexta-feira, 20 de abril de 2018

Al Jarreau


Alwyn Lopez Jarreau, conhecido popularmente como Al Jarreau, foi um cantor estadunidense. Versátil em seu estilo de cantar, foi premiado sete vezes com o Grammy, sendo o único a vencer o prêmio em três categorias distintas: jazz, pop e R&B.

Filho de um vigário, Al Jarreau começou a cantar no coro de sua igreja aos quatro anos de idade, ao mesmo tempo em que se apresentava em uma variedade de eventos em Milwaukee, sua cidade natal, ao lado dos irmãos ou sozinho. Mas a música não foi a única atividade a qual se dedicou nessa época; sobressaiu, também, nos esportes e nos estudos, onde, por suas notas, foi considerado um aluno acima da média. Na juventude, já estudando no respeitado Ripon College, em Wisconsin, e continuou a cantar nos finais de semana e feriados para se divertir, associando-se nessa época a um grupo local chamado The Indigos. Em 1975, após uma pequena temporada estendida no Bla Bla Cafe, ainda em Los Angeles, ele foi descoberto por olheiros da Warner Bros Records e assinou um contrato de gravação. Seu primeiro álbum lançado pelo selo, We Got By, foi aclamado pelos críticos e alavancou sua fama internacional, chegando a receber um Grammy na Alemanha, fato que se repetiu com o lançamento de seu segundo álbum, Glow. Seu quarto álbum, All Fly Home, foi lançado em 1978 com muitos elogios na mídia, o que lhe rendeu um segundo Grammy nos Estados Unidos como melhor vocalista de Jazz. Nos anos de 1980, seu álbum Breakin 'Away (1981), que inclui seu hit "We're in This Love Together", foi campeão de vendas e lhe rendeu mais dois Grammy como o de Melhor Vocalista Pop Masculino e Melhor Vocalista Masculino de Jazz.

Em 1985, esteve no Rock in Rio e cantou na mesma noite que James Taylor e George Benson, para um público recorde naquela edição do festival. Em 1992, com o álbum Heaven and Earth, ele recebeu seu quinto Grammy como Melhor Vocal de R&B.

O ano de 1996 trouxe um novo desafio para sua carreira: aceitou permanecer três meses na Broadway protagonizando o musical Grease com muito sucesso. Pela sua carreira, foi distinguido com uma estrela no Hollywood Walk of Fame.

Jarreau morreu em 12 de fevereiro de 2017.

Texto | Guen Yokoyama

1977 | LOOK TO THE RAINBOW

01. Letter Perfect
02. Rainbow In Your Eyes
03. One Good Turn
04. Could You Believe
05. Burst In With The Dawn
06. Better Than Anything
07. So Long Girl
08. Look To The Rainbow
09. You Don't See Me
10. Take Five
11. Loving You
12. We Got By

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terça-feira, 17 de abril de 2018

Crimson Jazz Trio


Quando King Crimson é jazz

Cada fã fervoroso do King Crimson tem seu disco e sua época preferida. Tenho amigos que “descobriram” a banda chefiada por Robert Fripp com Islands, lançado em 1971. Sem ser unanimidade pelos crimsonmaníacos da época, era daquele tipo “ame-o ou odeie-o”.

Sons de contrabaixo no arco, o piano etéreo de Keith Tippett e a flauta melíflua de Mel Collins, a entrada da voz de Boz e a batida marcante do baixo, tudo trazia uma expectativa um tanto estranha do que poderia ser o resto do álbum. Sons esparsos do sax, cordas, percussão e vozes fantasmagóricas sob a a marcação do baixo, fazem de Formentera Lady uma canção inacabada que serve de ponte para o início de Sailor’s Tale, agora sob um mood jazzístico com solos do saxofone tenor de Collins, o baixo de Boz e um solo fenomenal de Robert Fripp a partir de uma súbita mudança de clima. Lá pelo quarto minuto sobressai a bateria de Ian Wallace e um colchão climático de mellotron. Tudo estranho, e para ser um tanto mais, a próxima é The Letter, delicadamente lúgubre na voz de Boz, meio barroca com o som que deve der o de uma celesta.

Não tenho o costume de prestar atenção em letras. Só se alguém disser algo como: “você viu que letra bonita!” Aí, sim. Quando comecei a gostar de música, tanto fazia que a letra fosse em inglês ou javanês. Tudo era som, simplesmente. Parece que a letra de Ladies of the Road, de autoria de Pete Sinfield, tem um conteúdo pouco simpático às mulheres. É o que dizem, mas não faz muita diferença. Importa que é boa. É a mais vigorosa do álbum. Para que ninguém fique muito animado, Song of the Seagulls é uma peça que pode ser classificada como sendo erudita. É um prelúdio para abrir uma das mais belas composições do King Crimson: Island. Uma crítica da época descreveu-a como a melhor canção para dormir do ano, acho que, na Rolling Stone. Soporífera? Nem tanto. É uma grande viagem por paisagens misteriosas como num sonho em que não conseguimos perceber se é um sonho mesmo ou um pesadelo . Hoje, ao contrário do que aconteceu ao ser lançado, tenho a certeza de que está reservado um lugar especial na discografia do King Crimson.

Crimson Jazz Trio
Island é o único disco em que Ian Wallace participa no King Crimson. O baterista resolveu formar um trio com o pianista Jody Sardine e o baixista Tim Landers, com o objetivo de realizar releituras de temas de sua ex-banda. Por que não King Crimson em formato mais próximo do jazz? Afinal, muitos dizem que o KC incorpora música erudita e jazz e que rotulá-los como art-rock ou rock progressivo é limitador.

Pouco tempo antes de Ian reunir o trio, alguém já tinha gravado uma composição da banda inglesa. É possível que tenha sido ideia de Tony Levin, ex-King Crimson, Rachel Z tocar One Time, já que era seu baixista em Everlasting, disco lançado em 2004. A pianista, em vez de clássicos antigos, é conhecida por tocar temas do rock e do pop, como Wild Horses, de Mick Jagge e Richards, Kiss from a Rose, de Seal, Red Rain, de Peter Gabriel, e Here Comes the Sun, de George Harrison.

Ian, Jody e Tim gravaram King Crimson Songbook volume One em menos de uma semana durante o mês de maio de 2005. Entraram em estúdio novamente em junho de 2006 para gravarem um segundo volume. Meses depois, em agosto, Ian Wallace teve diagnosticado um câncer no esôfago. Relatou a agonia em um blogue criado especificamente. Morreu em fevereiro do ano seguinte. Foi sua última gravação em estúdio. O KC3, durou dois álbuns.

O volume 1 começa com 21st Century Schizoid Man, talvez a canção mais conhecida do KC. As demais são Three of a Perfect Pair, Catfood, Starless, Ladies of the Road, I Talk to the Wind, Red e Matte Kudasai.

O volume 2 começa com outro clássico, também do primeiro disco do KC: The Court of the Crimson King. Segue com Pictures of a City, One Time, Frame by Frame, Inner Garden, Heartbeat, Island Suite (Press Gang, Zero Dark Thirty, Formentera Lady, Sailor’s Tale, The Plank) e Lament. Press Gang, Zero Dark Thirty e The Plank não são originais do KC. A primeira é de Ian Wallace, a segunda, de Jody Nardone, e a última, de Tim Landers. Curiosamente, na suite estão incluídas Formentera Lady e Sailor’s Tale e a música-título, não. A dominância é de temas dos álbuns Discipline, Beat, Three of a Perfect Pair e de Thrak, fase em que Adrian Belew fez parte da banda.

Texto | Guen Yokoyama

2005 | KING CRIMSON SONGBOOK, VOLUME 1

01. 21st Century Schizoid Man
02. Three Of A Perfect Pair
03. Catfood
04. Starless
05. Ladies Of The Road
06. I Talk To The Wind
07. Red
08. Matte Kudasai

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2009 | KING CRIMSON SONGBOOK, VOLUME 2

01. The Court Of The Crimson King
02. Pictures Of A City
03. One Time
04. Frame By Frame
05. Inner Garden
06. Heartbeat
07. Press Gang
08. Zero Dark Thirty
09. Formentera Lady
10. Sailor's Tale
11. The Plank
12. Lament

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sábado, 14 de abril de 2018

Dizzy Gillespie & Lalo Schiffrin


Eis aqui uma boa oportunidade de ver Dizzy tocando seu trompete em uma base de fusion, mais especificamente em cima dos arranjos do tecladista belga Lalo Schifrin.

A bateria e o baixo soam como uma banda de funk soul, no entanto a guitarrinha base de Lalo puxa para um lado pop, lógico que sem se prender a isso em improvisos virtuosos. Temas quentes neste disco, destaque para "Unicorn" e "Wrong Number".

Texto | Piro

1977 | FREE RIDE

01. Unicorn
02. Fire Dance
03. Incantation
04. Wrong Number
05. Free Ride
06. Ozone Madness
07. Love Poem For Donna
08. The Last Stroke Of Midnight

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quarta-feira, 11 de abril de 2018

The Head Cat


Líder do Motörhead, Lemmy Kilmister, um dos maiores ícones da história do rock de todos os tempos!

É também um grande personagem. Sua biografia é repleta de histórias e aventuras pitorescas. Aos 65 anos de idade, sobreviveu a todo tipo de excessos e continua trabalhando firme. Sua atual empreitada atende pelo nome de The Head Cat.

O The Head Cat é um trio de rockabilly que, além de Lemmy, conta Danny B. Harvey (guitarrista do Rockats, 13 Cats e Lonesome Spurs) e Slim Jim Phantom (baterista do Stray Cats). O nome do grupo é uma brincadeira com suas bandas principais ('head' de Motörhead e 'cat' de Stray Cats e 13 Cats).

O power trio juntou forças pela primeira vez em 2000, após se encontrarem na gravação de um disco tributo a Elvis Presley chamado "Swing Cats: A Special Tribute to Elvis". Ainda em 2000 lançaram o álbum "Lemmy, Slim Jim & Danny B" que incluía releituras de clássicos do rock 'n' roll (mais tarde o disco foi relançado com o título "Fool's Paradise"). Em 2007 chegou às lojas o DVD "Rockin' The Cat Club: Live From the Sunset Strip", gravado ao vivo em Los Angeles.

Em 2011, o trio voltou à ativa com o seu segundo álbum. "Walk the Walk… Talk the Talk" é o primeiro disco do grupo desde 2000 e conta com 12 faixas, sendo duas inéditas e dez versões para clássicos como “Crossroads”, “Shakin All Over” e “Something Else”.

Texto | Eliton Tomasi

2006 | FOOL'S PARADISE

01. Fool’s Paradise
02. Tell Me How
03. You Got Me Dizzy
04. Not Fade Away
05. Cut Across Shorty
06. Lawdy Miss Clawdy
07. Take Your Time”
08. Well? All Right
09. Trying To Get To You
10. Learning The Game
11. Peggy Sue Got Married
12. Crying, Waiting, Hoping
13. Love’s Made A Fool Of You
14. Big River
15. Matchbox

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2011 | WALK THE WALK... TALK TO TALK

01. American Beat
02. Say Mama
03. I Ain't Never
04. Bad Boy
05. Shaking All Over
06. Let It Rock
07. Something Else
08. The Eagle Flies On Friday
09. Trying To Get To You
10. You Can't Do That
11. It'll Be Me
12. Crossroads

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domingo, 8 de abril de 2018

Mount Carmel


Mount Carmel é uma banda de Columbus, Ohio. O trio é formado por Matt Reed (guitarra e vocal), Pat Reed (baixo) e Kevin Skubak (bateria).

O som dos caras num todo é uma boa salada sonora valvulada. Os riffs "pegajosos", as mudanças de andamento, o vocal sem compromisso, o blues, tá tudo lá te esperando. Fatias de Cream, grãos de ZZ Top, umas folhas de Ten Years After, tudo azeitado com Led Zeppelin por cima...

Trecho do texto de | Alessandro S. Sanches

2010 | MOUNT CARMEL

01. Livin Like I Wanna
02. Still Listening
03. ZZ Breakers
04. Sacksburg
05. Hear Me Callin
06. I Work While You're Sleeping
07. Studio Jam


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2012 | REAL WOMEN

01. Swaggs
02. Real Women
03. Oh Louisa
04. Be Somebody
05. Choose Wisely
06. Hear Me Now
07. Don't Make Me Evil
08. Rooftop
09. Lullaby

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quinta-feira, 5 de abril de 2018

Azymuth


História
O grupo nasceu junto com a cervejaria Canecão em três palcos diferentes Zé, Alex e Mamão atuavam com seus grupos,revezando as apresentações Mamão com os “Youngsters”, Alex com um trio de bossa-nova e Zé Roberto resolveu se juntar com os caras que ele admirava outros pinguins. Maestro arranjador Zé Roberto Bertrami não parava nunca,hora escrevendo, hora gravando,hora tocando.

Contratado pela Philips (posteriormente Phonogram) os três gravavam e arranjavam as bases dos sucessos da época, entre eles estavam Raul Seixas, Tim Maia , Erasmo Carlos, MPB-4, Marcos Valle, Erlon Chaves, Sérgio Sampaio , Gonzaguinha e muitos outros o que totalizava 4 entre seis músicas que tocavam na Rádio Mundial e Tamoio em 1974.

Em 1970 faziam apresentações ao vivo com o grupo “Seleção” onde pretendiam fazer bailes que acabavam com o público sentado, ouvindo e aplaudindo como se fosse um show. Anos depois resolveram gravar um disco independente influenciados por seu amigo Tim Maia que já estava em estúdio fazendo, porém quando o LP ficou pronto a produção foi vendida a gravadora novata Som Livre que tratou de colocar a faixa “Linha do horizonte” na novela “Cuca Legal” o único sucesso cantado pelo grupo. O grupo passou a se chamar Azymuth por sugestão de Paulo Sergio Valle durante as gravações da trilha sonora do filme “O Fabuloso Fittipaldi”.

Em 1975 gravam “Melô da Cuíca”, música integrante da trilha sonora da novela “Pecado Capital“, o fusion samba funk trouxe o convite para o grupo participar do Festival de jazz de Montreaux na Suíça (foram os primeiros brasileiros então convidados para o evento). Logo depois de ser chamado para arranjar uma faixa do disco da Ella Fitzgerald, a cantora brasileira Flora Purim que havia recebido o prêmio demelhor cantora de jazz (Estados Unidos) daquele ano contratou o grupo para uma tourné por todo o país.

O álbum
Sonzera de primeira grandeza, power trio com um groove unico e nada de excesso de virtuosismo, a banda começou acompanhando o gênio Marcos Valle (com quem gravou discos e trilhas sonoras de filmes e novelas) e depois tomou vida prórpia e ficando mais famosa nos EUA e Europa que aqui onde não valorizam muita a música instrumental.

A maior parte do disco é instrumental, mas temos vocais em algumas como Faça de conta e Linha do Horizonte que é o hit da banda no Brasil, esses caras já faziam em plena década de 70 o que hoje é chamado de Longe Music, ou seja uma música relaxante, com harmonias belas e um groove que não deixa ninguém parado.

Texto retirado do blog | Woodstock Sound

1975 | AZIMÜTH

01. Linha Do Horizonte
02. Melô Dos Dois Bicudos
03. Brazil
04. Faça De Conta
05. Caça A Raposa
06. Estrada Dos Deuses
07. Esperando Minha Vez
08. Montreal City
09. Manhã
10. Periscópio

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segunda-feira, 2 de abril de 2018

The Jam


Sound Affects é o quinto álbum de estúdio do grupo The Jam, foi lançado em 1980. Nele está o mais famoso single do The Jam, a música "That's Entertainment".

Tematicamente, Paul Weller explorou um caminho mais indireto, deixando para trás (em grande parte) as letras com histórias narrativas em favor de relações mais abstratas de espiritualidade e percepção - a abordagem decorrentes de suas leituras recentes de William Blake e Percy Bysshe Shelley (que foi citado na capa) mas, mais especificamente, Geoffrey de Monmouth, cuja obras "Camelot" e "Vision of Albion" trazem uma forte impressão.

Musicalmente, também é notória a influencia do álbum Revolver dos Beatles como uma fonte primária (a linha de baixo de "Start!", que vem diretamente de Taxman, é a ocorrência mais óbvio), incorporando sons ímpares e ocasionais e vocal com efeitos de eco, o que implicava psicodelia sem sucumbir a seus excessos.

Texto | Wikipédia

1980 | SOUNDS AFFECTS

01. Pretty Green
02. Monday
03. But I’m Different Now
04. Set The House Ablaze
05. Start!
06. That’s Entertainment
07. Dream Time
08. Man In The Corner Shop
09. Music For The Last Couple
10. Boy About Town
11. Scrape Away

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sexta-feira, 30 de março de 2018

Buck Owens and His Buckaroos


Buck Owens, juntamente com Merle Haggard, foi o líder do som Bakersfield, uma fanhosa, electricified, interpretação influenciada-rock da casa de espetáculos de hardcore que surgiu nos anos de 1960. Owens foi o primeiro bona fide estrela do país a emergir de Bakersfield, marcando um total de 15 hits consecutivos naquela época.

Mais tarde, em sua carreira, esse impacto musical acabou esquecido por alguns com ele se tornando personalidade de televisão através do show de comédia Hee Haw.

No entanto, várias gerações de músicos - a partir de Gram Parsons nos anos 60 para Dwight Yoakam em dos anos 80 - foram influenciados por sua música, o que acabou sendo um dos projetos para a moderna Country Music.

Nascido no Texas, Owens desenvolveu fervoroso interesse pela música já na infância, aprendendo tocar guitarra na adolescência. Logo deixou o serviço na fazenda para fazer shows em clubes de Phoenix ao lado do amigo Theryl Ray Britten.

Aos 19 anos se casou com a cantora de Country, Bonnie Campbell. Saíram do Arizona em 1951. Em Bakersfiel passou a trabalhar numa série de casas noturnas, onde cantava e tocava. Criou a banda The Schoolhouse Playboys. Com ela passou a participar de gravações na Capitol Records.

Entre 1954 e 1958 tocou guitarra para inúmeros discos produzidos por Ken Nelson, incluindo alguns de Faron Young, Tommy Sands e Wanda Jackson. No ano de 1956 fez suas primeiras gravações solo no estúdio de Lewis Talley. Os singles: “Down on the Corner of Love” e “Sweethearts in Heaven”, com o nome artistico Corky Jones fracassaram.

Porém, chamou atenção de algumas gravadoras. Conheceu o cantor e compositor Harlan Howard, formando a editora musical Blue Book. Chamou a atenção da Columbia Records. Desvalorizado na Capitol Records, visto que investia em backing vocal. Em 1958 vai trabalhar numa rádio, desiludido com a carreira de cantor. Lançou o hit “ Second Fiddle”. Estourou, principalmente após conhecer Don Rich.

Together Again | Essa canção abriu as portas para o sucesso. Depois emendou “Under Your Spell Again”, seguida de “Above and Beyond”. Owens e Rich passaram a fazer turns juntos. Passou a tocar guitarra Fender Telecaster. Em 1963, com o hit “Act Naturally” chegou ao estrelato, emplacando vários singles, como: “Love´s Gonna Live Here”, passando 16 semanas nos primeiros lugares.

No ano seguinte repetiu a dose estourando “My Heart Skips a Beat”. Em 1965 vieram as canções “I´ve Got a Tiger by The Tail”, “Together Again”, “Don´t Care (Just as Long as You Love Me”. O album I´ve Got a Tiger by the Tail trouxe versão de Chuck Berry no hit “Memphis”, era no estilo Rockabilly, segundo ele, parte da Country Music.

Esperto criou a Buck Owens Enterprises, sob controle de sua irmã, e a agência de dinheiro, lhe ajudando a comprar quatro estações de rádio. Ele se tornou um dos artistas mais populares dos Estados Unidos na década de 1960, fazendo vários shows, inclusive no Exterior, e vendendo muitos discos.

É dessa época os grandes sucessos: “Waitin' in Your Welfare Line," "Think of Me," e "Open Up Your Heart" . That year, Owens launched his first television. Em 1966 lançou sua primeira série de televisão: Buck Owen´s Ranch. O ano de 1967 trouxe mais sucesso: “Where Does the Good Times Go," "Sam's Place," e "Your Tender Loving Care", terminando co "It Takes People Like You (To Make People Like Me)".

Em 1969 abriu estúdio de gravação de 16 canais no centro de Bakersfield. Recebeu sinal verde da Capital Records para ali fazer seus discos e de outros artistas, como Susan Raye, Tony Booth e Buddy Alan. Atraiu atenção da Pop Music e Rock. Até 1971 lançou nove discos, incluindo reedições e inéditos de estúdio. Ao longo desse ano freqüentou várias vezes a Top Tem hits, incluindo a versão “Bridge Over Troubled Water” de Simon & Garfunkel.

A primavera de 1972 marcou seu último hit de sucesso: a balada “Made in Japan”. Dois anos após morreu seu parceiro, Don Rich, provocando grande depressão em Owens. Em 1975 chegou ao fim o contrato com a Capitol Records. Entrou na Warner Brothers. Sua música ganhou roupagem Country Pop, em vez do som que lhe trouxe muito dinheiro.

Caíram as vendas, porém seu programa de televisão o tornou o comediante mais famoso dos Estados Unidos. Assim permaneceu até final da década de 1970, quando emendou dueto com Emmyloou Harris na canção “Play Together Again Again”. Em 1980 saiu da Warner Brothers Records. Na década de 1990 soltou várias de suas gravações clássicas. Morreu aos 76 anos em 2006 de câncer na garganta.

Texto | Luís Alberto Alves

1965 | I'VE GOT A TIGER BY THE TAIL

01. I've Got A Tiger By The Tail
02. Trouble And Me
03. Let The Sad Times Roll On
04. Wham Bam
05. If You Fall Out Of Love With Me
06. Fallin' For You
07. We're Gonna Let The Good Times Roll
08. The Band Keeps Playin' On
09. Streets Of Laredo
10. Cryin' Time
11. A Maiden's Prayer
12. Memphis

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terça-feira, 27 de março de 2018

Dead Kennedys


No final da década de 1970, o governador Jerry Brown, da Califórnia, era uma estrela em ascensão no Partido Democrata dos Estados Unidos. Identificado com a causa ambientalista e com a luta pelos direitos civis dos homossexuais, era a encarnação do político que havia abraçado algumas das bandeiras progressistas vindas das lutas sociais dos anos 1960. Um belo dia, no entanto, foi surpreendido por “California Über Alles”, música que o apontava como o próximo Führer. Aquele era o cartão de visitas do Dead Kennedys, a banda punk que entraria para a História como a cronista do colapso do sonho americano.

O grupo formado na cidade de São Francisco, em 1978, por Jello Biafra, East Bay Ray, Klaus Flouride e Bruce Slesinger, trazia a marca da distopia no próprio nome: os quatro haviam testemunhado a transformação dos sonhos dos anos 1960 em frustração e cinismo ao longo dos anos 1970, e, por isso, decidiram batizar a banda com uma referência aos símbolos mais poderosos do fim do sonho americano – os cadáveres de John e Robert Kennedy, os irmãos políticos assassinados pelas forças mais retrógradas dos Estados Unidos.

A crítica dos Dead Kennedys a Jerry Brown era a expressão da descrença e da desesperança de toda uma geração que via seus antigos ideais de luta transformados em slogans para vender produtos ou eleger políticos. Em 1979, o governador da Califórnia se preparava para disputar a indicação do Partido Democrata para concorrer à presidência no ano seguinte, apoiado em um discurso progressista que misturava a defesa do meio ambiente a uma proposta de “economia budista”. Diante dessa plataforma, Jello Biafra, o letrista dos Dead Kennedys, usou toda a sua fina ironia para fazer de Brown um símbolo da degeneração do movimento hippie, retratando-o como um líder “zen fascista” que mataria seus opositores em câmaras de gás venenoso, porém orgânico.

“California Über Alles” representa, em muitos sentidos, o início da segunda geração do punk nos Estados Unidos. O estilo musical nasceu no país em meados da década de 1970, mas em Nova York, pelas mãos de bandas como Ramones e New York Dolls. Foram elas as responsáveis por revitalizar o rock’n’roll com uma injeção de adrenalina em um momento em que as bandas dos anos 1960 se tornavam vacas sagradas do mainstream cultural. Esses primeiros punks americanos voltaram às origens subversivas do rock para criar um som cru, rápido e sujo.

O punk, no entanto, teria que cruzar o Atlântico para se tornar um fenômeno não só musical, mas também social e político. Foi com o surgimento das primeiras bandas inglesas, como Sex Pistols e The Clash, por volta de 1977, que o punk se tornou um movimento juvenil de contestação mais amplo. Com suas atitudes e discursos agressivos, chocantes e destrutivos, os Pistols fizeram do punk uma ameaça à moral e aos bons costumes. Já o Clash transformou aquele novo estilo musical em um veículo para poderosas mensagens políticas e de contestação social.

Apesar da intensidade dessa primeira geração, no final dos anos 1970 a maioria das bandas pioneiras havia acabado, como New York Dolls e Sex Pistols, ou se tornado, elas próprias, estrelas do show business contratadas por grandes gravadoras, como Ramones e The Clash. Foi nesse contexto que, em 1978, quatro garotos se juntaram para retomar o lado feio, sujo e subversivo do punk em um lugar improvável: a ensolarada Califórnia – mais especificamente em São Francisco, berço do agora degenerado movimento hippie.

O Dead Kennedys surge do encontro dessas duas vertentes da contracultura: para criticar a hipocrisia dos antigos hippies que se transformavam nos novos yuppies, eles recuperaram os vários elementos das bandas punks anteriores e levaram esse legado às últimas consequências. Se cada grupo tinha dado sua contribuição para o desenvolvimento do punk, o DK reuniu tudo isso e levou a um novo patamar: eram rápidos, sujos, barulhentos, agressivos, chocantes, politicamente radicais e muito, muito criativos.

Foi esse coquetel explosivo que deu origem ao mais completo disco punk de todos os tempos: Fresh Fruit for Rotting Vegetables, álbum de estreia do Dead Kennedys. Além de ser muito mais criativo do que a maioria dos discos punks da época, Fresh Fruit é um retrato brutal do clima político e social que vigorava nos Estados Unidos e no mundo no início da lamentável década de 1980.

O disco já começa com “Kill the Poor”, música que denuncia a insensibilidade de uma elite que, em meio à crise econômica mundial, brinda à eficiência e ao progresso agora que a bomba de nêutrons permite matar os pobres sem causar dano à propriedade. O lado A do então vinil termina com “Chemical Warfare”, que brinca de teatro do absurdo com a paranoia da guerra química e nuclear, ao descrever a aventura de um homem que rouba gás mostarda de uma base militar americana e joga a substância em uma reunião de elite em um clube de golfe.

O lado B começa com “California Über Alles” e segue de maneira frenética até chegar, na penúltima música, ao segundo maior clássico do Dead Kennedys, “Holiday in Cambodia”. Tocada em clima de filme de terror, a música é uma paródia tanto dos yuppies que começavam a despontar na época, quanto do terrível regime do Khmer Vermelho no Camboja. Na letra, Jello Biafra convida os playboys americanos a passar férias nos campos de trabalho forçado montados pelo governo de Pol Pot, para aprenderem o que é bom para a tosse.

O disco termina com uma estranha versão de “Viva Las Vegas”, de Elvis Presley – tributo a um tempo em que os Kennedys ainda eram vivos e em que o sonho americano se insinuava na pélvis de Elvis.

Texto | Bruno Fiuza

1980 | FRESH FRUIT FOR ROTTING VEGETABLES

01. Kill The Poor
02. Forward To Death
03. When Ya Get Drafted
04. Let's Lynch The Landlord
05. Drug Me
06. Your Emotions
07. Chemical Warfare
08. California Uber Alles
09. I Kill Children
10. Stealing Peoples Mail
11. Funland At The Beach
12. Ill In The Head
13. Holiday In Cambodia
14. Viva Las Vegas

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sábado, 24 de março de 2018

Denise Emmer


Denise Emmer Dias Gomes Gerhardt, mais conhecida como Denise Emmer, é uma poetisa, compositora, cantora, violoncelista e escritora brasileira.

Filha dos escritores Janete Clair e Dias Gomes, tornou-se primeiramente conhecida por temas musicais compostos para personagens das telenovelas, tais como "Pelas muralhas da adolescência", Bandeira 2, e "Alouette", Pai Herói, "Companheiros", Sinhá Moça, entre outros, alcançando depois, reconhecimento pela sua vasta e premiada produção poética.

É violoncelista da Orquestra Rio Camerata.

Denise começou a compor aos 10 anos, e ainda no colégio fazia composições em português arcaico, como Galvan el gran cavalero e Aquestas mañanas frias.

Estudou piano clássico e formou-se em física. É pós graduada em filosofia ( especialização-lato-sensu) pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Graduou-se também em violoncelo pelo Conservatório Brasileiro de Música(bacharelado), sob a orientação do violoncelista Paulo Santoro.

Na década de 1970 compôs vários temas para telenovelas da Rede Globo, como "Pelas muralhas da adolescência" (para Bandeira 2); "Tema verde" (para Assim na Terra como no Céu); "O amor contra o tempo" e "Montanhês" (para Bravo!); "Pedra de ouro" (para O Pulo do Gato) e "Alouette" (para Pai Herói).

O compacto simples "Alouette", lançado em 1980 (um ano depois da novela), vendeu mais de 300 mil cópias, o que rendeu a Denise o Disco de Ouro e o reconhecimento público, participando de vários programas de televisão, como o Fantástico. Essa canção seria incluída posteriormente na coletânea Belle France, da Globodisc, além de uma versão instrumental no compacto duplo que incluía "Chocolat", "Jardineiro" e "Sândalus", todas de Denise e com solo de flauta doce da própria compositora.


TEMAS DE NOVELAS

01. Tema Verde (Assim na Terra como no Céu, 1970)
02. Sandra - Muralhas da Adolescência (Bandeira 2, 1971)
03. Montanhês (Bravo!, 1976)
04. O Amor Contra o Tempo (Bravo!, 1976)
05. Pedra de Ouro (O Pulo do Gato, 1978)
06. Alouette (Pai Herói, 1979)
07. Lavadeiras (Coração Alado, 1980)
08. Cavaleiro do Rio Seco (Voltei pra Você, 1983)
09. Companheiros (Sinhá Moça, 1986)

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Na década de 1980 foi assistente de Waltel Blanco na produção de trilhas sonoras de novelas e seriados, como O Bem-Amado e Quarta nobre.

O primeiro long play veio em 1980, Pelos Caminhos da América, que continha composições suas ("Lavadeiras", "Boiadeiros do céu", "Garganta", etc.), de Milton Nascimento ("Minha cidade suja", sobre poema de Ferreira Gullar) e outras. O disco tinha arranjos do Grupo Água, com quem Denise se apresentou em show no Parque Laje, no Rio de Janeiro.

Em 1981 veio o LP Toda Cidade É um Pássaro, em que atuou como cantora e instrumentista. As canções eram todas suas. Em 1983 gravou o LP Canto Lunar, também só com canções suas. A canção-título seria, anos depois, gravada pelo grupo Tarancón.

Ainda na década de 1980 participou da trilha sonora de outras telenovelas da Globo: "Lavadeiras", para Coração Alado, de Janete Clair; "Cavaleiro do Rio Seco", para Voltei pra Você, de Benedito Ruy Barbosa; e "Companheiro", para Sinhá Moça, também de Benedito.

O LP Cantiga do Verso Avesso veio em 1992 e também era todo de canções próprias, algumas sobre poemas conhecidos, como "Soneto do amor nascendo" (Pedro Lyra), "Canção" (Ivan Junqueira), "Poema do cego, da noite e do mar" (Moacyr Félix). A canção "Cavaleiro do Rio Seco" foi homenagem ao compositor Elomar. O disco teve participação de Jacques Morelenbaum.

Em 1994 criou o grupo Trovarte, em que cantava acompanhada pelo violão de Beto Resende, pela viola de Ivan Sérgio Niremberg e o violino de Ludmila Plitek. O grupo se apresentou na Academia Brasileira de Letras e na Casa de Cultura Estácio de Sá, entre outros palcos.

O CD Cinco Movimentos e um Soneto (1995) foi todo com poemas de Ivan Junqueira musicados por Denise, também com participação de Jacques Morelembaum em algumas faixas.

Ainda musicando poemas consagrados, Denise gravou, em 2004, o CD Mapa das Horas, no qual cantou e tocou violoncelo. O repertório inclui poemas de João Ruiz de Castelo-Blanco ("Partindo-se"), do século XV, Diogo Brandão ("Pois Tanto Gosto Levais"), do século XVI, e de autor desconhecido do século XV ("Cantiga da Ribeirinha"). Os arranjos, de estilo medieval, tinham instrumentos como viola de gamba, alaúde, oboé, organeto medieval etc. O disco foi lançado em show na Academia Brasileira de Letras.

Desde 2001 é violoncelista da Orquestra Rio Camerata como líder de naipe e do Quarteto de Cordas Legatto.

Texto | Wikipédia

1980 | PELOS CAMINHOS DA AMÉRICA

01. Lavadeiras
02. Boiadeiros do Céu
03. Colina Branca
04. Missão
05. Minha Cidade Suja
06. Garganta
07. Repente Louco
08. Coração Cigano
09. Saramandaia
10. Qualquer Dia
11. Nas Areias da Ampulheta

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1981 | TODA CIDADE É UM PÁSSARO

01. Toda Cidade é Um Pássaro
02. Já Se faz Madrugada
03. Sábia Natureza
04. Canção do Último Bonde
05. Cama na Calçada
06. Grande Amor
07. Fazenda Sonho
08. Canção do Prisioneiro
09. Meninos do Relento
10. Atrás da Estrela

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1983 | CANTO LUNAR

01. Canto Lunar
02. Luzes da Cidade
03. Voa Canção
04. Moça de la Mancha
05. Grande Amor
06. O Amor é Leve
07. O Sol
08. Canção de Acender a Noite
09. Estrela no Mar, Peixe no Céu
10. Cama na Calçada

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1992 | CANTIGA DO VERSO AVESSO

01. Cantiga Do Verso Avesso
02. Casa Da Infância
03. Soneto Do Amor Nascendo
04. Cavaleiro Do Rio Seco
05. Cantiga Da Estrela Barca
06. Cantiga Da Noite Mágica
07. Poema Do Cego, Da Noite E Do Mar
08. Aquestas Manhãnas Frias
09. Canção Do Inverno
10. Gira Noite
11. O Pescador
12. Canção

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2004 | MAPA DAS HORAS

01. O Rei das Esporas Douradas
02. Estátuas Gigantes
03. Minha Rua É Bagdá
04. Canções do Segredo
05. Canto Lunar
06. Força do Mundo
07. Pedalando Sobre as Casas
08. Outros Ventos
09. Pedra no Rio
10. Partindo-Se
11. Cantiga da Ribeirinha
12. Pois Tanto Gosto Levais

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2016 | CAPOTE DE PEDRAS

01. Capote de Pedras
02. Cantiga do Verso Avesso
03. Pedalando Sobre As Casas
04. Dizer Adeus
05. Cantiga da Noite Mágica
06. Pontos Cardeais


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quarta-feira, 21 de março de 2018

Krautrock | Music for Your Brain Vol. 1


2005 | KRAUTROCK - MUSIC FOR YOUR BRAIN
Vol. 1


CD 1
01. Lucifers Friend | Ride the Sky
02. Birth Control | The Work Is Done
03. Cravinkel | Two Circles
04. Os Mundi | Question of Decision
05. Embryo | Radio Marrakesch / Orient Express
06. Sperrmuell | Pal Casey
07. Lava | Tears Are Goin Home
08. Jane | Hangman [Live]
9. Professor Wolfff | Hans im Gluck
10. Scorpions | It All Depends
11. Grobschnitt | Drummers Dream
12. Electric Sandwich | China
13. Weed | Sweet Morning Light

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CD 2
01. The Rattles | The Witch (Album Version)
02. Frumpy | How the Gipsy Was Born
03. Gomorrha | I Turned to See Whose Voice It Was
04. Grobschnitt | Jupp Vater Schmidts Wandertag
05. Guru Guru | Samanthas Rabbit
06. Kin Ping Meh | Fairy-Tales
07. Holderlin | Requim fur einen Wicht
08. Jane | Daytime
09. Weed | Lonely Ship
10. Abacus | Song for Brunhilde
11. Odin | Tribute to Frank
12. Yatha Sidra | A Meditation Mass Part 3

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CD 3
01. Eloy | Castle in the Air
02. Kraan | Nam Nam
03. Atlantis | Its Getting Better!
04. Klaus Schulze | Mental Door
05. Cluster | Hollywood
06. Faust | So Far
07. Harmonia | Watussi
08. Curly Curve | Queen of Spades
09. Gomorrha | Dance on a Volcano
10. Sperrmuell | No Freak Out

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CD 4
01. Wonderland | Moscow
02. Frumpy | Take Care of Illusion
03. Faust | Why Dont You Eat Carrots
04. Epitaph | Fly
05. Guru Guru | Der Elektrolurch
06. Eroc | Norderland
07. Topas | Train to an Island
08. Novalis | Impressionen
09. Jane | Air and the End

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CD 5
01. Randy Pie | Highway Driver
02. Birth Control | Gamma Ray
03. Can | Mother Sky
04. Topas | Hurricane
05. Guru Guru | Ooga Booga
06. Atlantis | Friends
07. Grobschnitt | Traum und Wirklichkeit
08. Embryo | A Place to Go
09. Lucifers Friend | Lucifers Friend
10. Novalis | Wer Schmetterlinge Lachen Hort

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CD 6
01. Curly Curce | Hell and Booze
02. Lucifers Friend | Sorrow
03. Lava | Holy Fool
04. Grobschnitt | Anywhere
05. La Dusseldorf | Rheinita
06. Harmonia | Dino
07. Randy Pie | Wintersong
08. Jane | Windows
09. Cravinkel | About Mother and Son
10. Dull Knife | Tumberlin Down
11. Eroc | Wolkenreise
12. Udo Lindenberg | Alles Klar Auf der Andrea Doria
13. Wallenstein | Charline

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domingo, 18 de março de 2018

The Black Crowes


É fácil empurrar os Black Crowes em direção à armadilha do rótulo “classic rock”: afinal, o grupo reconhece beber as fontes abertas por bandas que tiveram seu auge nos anos 1970, como Faces, Rolling Stones, Humble Pie e Grateful Dead. Mas seria igualmente injusto fazê-lo, já que a banda dos irmãos Chris (voz) e Rich Robinson (guitarras) faz mais que “atualizar” a sonoridade setentista de seus ídolos – é bem mais correto dizer que eles estão na mesma sintonia criativa, apontando novos rumos para um período do rock que era vigente quando eles eram crianças, mas que, em seus corações, nunca deixou de ser relevante.

Os Black Crowes começaram, sim, como uma boa cópia dos Stones de “Sticky Fingers” e “Exile On Main Street”. Seu primeiro disco, “Shake Your Money Maker” (1990) emprestava até o tecladista da agremiação de Jagger & Richards, o veterano Chuck Leavell. Mas já no segundo álbum, “The Southern Harmony and Musical Companion” (1992), mostrava a identidade e a qualidade nas composições assinadas a duo pelos irmãos – únicos membros constantes na formação da banda. Notava-se ali um rock no qual soul e country eram influências fortes, e que cobrariam sua cota maior em discos como “Amorica” (1994) e “By Your Side” (1999) – o primeiro, o magnum opus da banda, uma sonoridade estradeira, empoeirada mais pelo acúmulo de quilômetros rodados do que pela passagem do tempo; o segundo, o trabalho mais pop da banda, acenando para uma versão enguitarrada dos clássicos da Stax. ... (continua)

Por | Leonardo Vinhas

1992 | THE SOUTHERN HARMONY AND MUSICAL COMPANION

01 | Sting Me
02 | Remedy
03 | Thorn in My Pride
04 | Bad Luck Blue Eyes Goodbye
05 | Sometimes Salvation
06 | Hotel Illness
07 | Black Moon Creeping
08 | No Speak No Slave
09 | My Morning Song
10 | Time Will Tell (Bob Marley)
11 | Sting Me (slow) (Bonus Track)
12 | 99 lbs (Bonus Track)

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quinta-feira, 15 de março de 2018

Elvis Presley


Elvis Is Back! é o primeiro álbum de Elvis Presley depois de sua volta do exército em março de 1960 e que se tornou um clássico, provando que ele estava melhor do que antes de prestar o serviço militar.

Os destaques desse disco são "Fever", "Thrill Of Your Love", "Such a Night" - clássico dos The Drifters nos anos 50 - "It Feels So Right" e dois blues, "Like a Baby" e "Reconsider Baby".

Texto | Wikipédia

1960 | ELVIS IS BACK!

01. Make Me Know It
02. Fever
03. The Girl Of My Best Friend
04. I Will Be Home Again
05. Dirty, Dirty Feeling
06. The Thrill Of Your Love
07. Soldier Boy
08. Such a Night
09. It Feels So Righ
10. The Girl Next Door Went A'walking
11. Like a Baby
12. Reconsider Baby

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